A diáspora dos capoeiras cariocas na Primeira República: o caso de São Paulo

A diáspora dos capoeiras cariocas na Primeira República: o caso de São Paulo

Por Pedro Cunha

Quando pensamos no processo histórico pelo qual a capoeira se desenvolveu, muitas vezes, ignoramos as ricas trocas que ocorreram entre pessoas de diferentes origens e vivências no Brasil, no período que antecedeu a consolidação das linhagens Angola e Regional. Na minha pesquisa de mestrado, Capoeiras e valentões na História de São Paulo (CUNHA, 2011), estão registrados casos interessantes da prática da capoeira envolvendo homens provindos de todo canto do Brasil e até do exterior. Este texto traz alguns destes casos, destacando-se a diáspora de capoeiras do Rio de Janeiro para São Paulo a partir da Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, quando o chefe de Polícia João Batista Sampaio Ferraz iniciou uma violenta campanha contra os praticantes do jogo-luta.

Segundo Soares, o “Cavanhaque de aço”, como Sampaio Ferraz passou a ser chamado, começou imediatamente a prender e deportar arbitrariamente para Fernando de Noronha os capoeiras, sem respaldo de qualquer medida judicial. Já em 3 de janeiro de 1890, partia rumo à ilha distante um vapor de guerra carregando 154 capoeiras, dentre os quais estavam importantes navalhistas e chefes de maltas da corte. (SOARES, 1999, p. 264) A situação dos capoeiras na cidade do Rio de Janeiro tornou-se ainda pior com a aprovação, em 11 de outubro de 1890, do novo Código Penal da República, que criminalizou o jogo-luta por meio do artigo 402 do Livro III Das Contravenções em Espécie, capítulo XIII Dos Vadios e Capoeira.

Essa perseguição direta aos capoeiras no Rio de Janeiro se deu em outras regiões, nas quais capangas eleitorais também incomodavam os políticos republicanos. No Pará, por exemplo, uma caçada aos capoeiras ligados a grupos conservadores começou antes mesmo da aprovação do Código Penal de 1890, e muitos valentões foram deportados para o Amapá. (LEAL, 2008, pp. 105-123)

Em território paulista, no entanto, a perseguição aos capoeiras iniciada no Distrito Federal e institucionalizada pelo Código Penal teria reflexos distintos, aparentemente, pelo contexto político das principais cidades.

Quintino de Lacerda, retratado pelo artista Lauro Ribeiro da Silva e reproduzido no livro História de Santos/Poliantéia Santista, de Francisco Martins dos Santos e Fernando Martins Lichti, 1986.

Muitos líderes negros do movimento abolicionista em São Paulo eram republicanos ferrenhos, como Quintino de Lacerda, sergipano natural de Itabaiana que, após ser trazido para a cidade de Santos em 1874 ainda na condição de cativo, foi alforriado em 1880 pelos republicanos Antonio e Joaquim Lacerda Franco, e escolhido para chefiar o Quilombo do Jabaquara (LANNA, 1996, p. 193). Reduto organizado em 1882 pela elite santista a favor do fim da escravidão, este quilombo teria acolhido entre 2 e 20 mil pessoas segundo diferentes fontes. Não há um registro claro se Lacerda foi ou não um capoeira, mas em uma reminiscência descobrimos que o Jabaquara contava com homens e mulheres valentes como “Manoel Leocádio, crioulo desempenado, capoeira destemido e com um batuque que só vendo”, e sua esposa Maria Theresa, que seguiram com o chefe do quilombo para a ponte do Casqueiro, em Cubatão, no ano de 1889, para lutar a favor de Floriano Peixoto (A TRIBUNA, 26/01/1939).

Além do contexto político, é possível que a falta de efetivo para atender os crescentes casos de capoeiras em São Paulo tenha contribuído para que o chefe de polícia Bernardino de Campos se mostrasse inseguro sobre como lidar com eles. Após receber ofícios sobre como proceder diante da prisão de capoeiras, remetidos por delegados de diferentes localidades no início de 1890, como Ribeirão Preto, Santos e Santa Rita do Passa Quatro, (AESP, Polícia, ofícios de 02/02/1890, 20/02/1890 e 25/02/1890) Bernardino de Campos consultou o governador do Estado, Prudente José de Moraes Barros, sobre uma ocorrência em São João do Rio Claro, em agosto de 1890, envolvendo um “capoeira, jogador, turbulento e vagabundo” chamado João Antonio dos Santos, “conhecido por Bambú, ex-praça do 7º batalhão de infantaria”. Questionando sobre qual destino deveria dar ao referido indivíduo, o governador apenas autorizou a remessa do capoeira ao ministro da Justiça, sem dar mais orientações sobre como este tipo de problema deveria ser resolvido. (AESP, Polícia, ofício de 25/08/1890).

No detalhe, o ofício de 25/08/1890, pode-se ler a resposta: “Autorizo a remessa ao ministro da Justiça para dar destino”.

Diáspora carioca

Curiosamente ou não, o primeiro ofício de um delegado ao chefe de Polícia de São Paulo, referindo-se a problemas causados por capoeiras provindos do Rio de Janeiro, teve origem na cidade de Itu, onde, em 1858, fora criada uma postura municipal impondo penalidad es a “toda a pessoa que nas praças, ruas, casas públicas, ou em qualquer lugar público, praticar ou exercer o jogo denominado de capoeiras”. (AH-ALESP, cadastro CP58-018, p. 6) Também foi a cidade em que o grande perseguidor da capoeiragem, Sampaio Ferraz, fez seus estudos preparatórios em 1878 para entrar na Faculdade de Direito de São Paulo. (MELO, 1954, p. 213)

Recorte da resposta do chefe de Polícia de São Paulo ao Ofício de 01/02/1890, do delegado de Itu.

Em 1º de fevereiro de 1890, o delegado de Itu escreveu ao chefe de Polícia de São Paulo, solicitando orientações sobre como proceder diante da presença de um homem que dizia ser italiano e que havia acertado o braço esquerdo de uma criança com uma navalha, sua “companheira inseparável”. Para a autoridade, o tal valentão “fazia parte de alguma malta de capoeiras que ainda há pouco infestava a cidade do Rio de Janeiro, e que perseguido pela polícia daquela cidade, viesse até estas paragens ocultar-se dessa perseguição”. Isso porque o mesmo “veio do Rio de Janeiro há poucos dias, e sendo experimentado sobre a capoeiragem deu a conhecer que não desconhece o ofício!” Diante disso, o capoeira foi remetido para o chefe de Polícia, para que este desse o destino que lhe conviesse. Qual não deve ter sido a surpresa da autoridade de Itu ao receber a resposta, escrita a lápis no alto do próprio ofício que enviara, segundo a qual estando o tal capoeira “sujeito ao recrutamento para o Exército e Armada, foi irregular a remessa do indivíduo” e que “se ele é vagabundo e desordeiro”, o delegado simplesmente deveria usar a legislação vigente contra tais contravenções. Ou seja, o fato dele ser capoeira hábil com a navalha pouco importava. (AESP, Polícia, ofício de 01/02/1890).

Em ofício de 01/02/1890, o delegado de Itu Joaquim de Vasconcellos enviou ao chefe de Polícia de São Paulo, Bernardino de Campos, um indivíduo de origem italiana que seria um dos capoeiras fugidos da perseguição no Rio de Janeiro. No alto, pode-se ler a resposta de que “se ele é vagabundo e desordeiro devia usar contra os recursos de que tratam” artigos de legislações referentes a tais contravenções.

O mesmo se deduz de outro ofício, datado de 10 de maio de 1890, de Sorocaba, onde também foi aprovado um código de posturas coibindo a capoeira (AH-ALESP, Câmaras municipais, cadastro CP50-017, p. 47), em meados do século XIX. No documento, o delegado diz enviar pelo expresso o preso Ricardo Florencio, espanhol, solteiro, com 30 anos mais ou menos, por ser “verdadeiro vagabundo”, sem domicílio certo, e que foi preso três vezes seguidas por furto, “sendo uma em Santos e duas nesta cidade”. Segundo a autoridade, o indivíduo era “verdadeiro gatuno, e dos capoeiras foragidos da Capital Federal”, o que o levou a remetê-lo para o chefe de Polícia. Pouco depois, veio a resposta surpreendente, de que o tal capoeira fora posto em liberdade, “visto que o preso não está aqui sujeito a processo algum”, e recomendando ao delegado que “não continue a remeter para esta capital indivíduos nas condições do que veio por isso que esta chefatura não dispõe de elementos para consegui-lo além dos estabelecidos nas leis penais que estão da alçada desta delegacia”. (AESP, Polícia, ofício de 10/05/1890)

Esses exemplos deixam claro alguns pontos. Primeiro, a pouca preocupação do chefe de Polícia com os capoeiras ou ao menos a falta de recursos para empreender uma perseguição nos moldes da verificada no Rio de Janeiro. Segundo, a presença marcante de imigrantes no meio da capoeiragem carioca, algo já consagrado por estudiosos como Carlos Eugênio Soares e Antônio Liberac Pires.

Uma possibilidade sobre a vinda de capoeiras do Rio de Janeiro a São Paulo estaria ligada aos ramais da estrada de ferro que ligava a capital da República ao interior de São Paulo. De acordo com o folclorista Alceu Maynard Araújo, “quando Botucatu ainda era ponto final de trilhos da Sorocabana, algumas levas de capoeiras foram ali desembarcadas, provenientes do Rio de Janeiro”. Sobre o caso, ele acrescenta que os capoeiras “ajustaram-se ordeiramente ao laborioso povo botucatuense” e em 1927, “quando foi criado o Atlético Bloco Pedotríbico Orfeu”, um famoso capoeira carioca chamado Menê “iniciou um grupo de estudantes nesse esporte, desenferrujando-se para ensinar as rasteiras, rabo-de-arraia, etc” (ARAÚJO, 1964, p. 314).

Mapa das linhas da EFS em 1945. (Acervo Museu da Companhia Paulista).

Outro ponto a ser abordado sobre o assunto é que esta situação teria atingido homens das mais diversas origens e classes sociais. A vinda de praticantes provenientes da alta sociedade carioca contribuiu para romper um longo silêncio de literatos paulistas a respeito do jogo-luta. No livro Gente rica, José Agudo – pseudônimo de José da Costa Sampaio – descreve um encontro entre homens ilustres de São Paulo, cujo intuito era formar uma sociedade mútua para instituir uma “pensão para os mutuários durante 20 anos”. Entre os tais homens ilustres, destacava-se Jeronymo de Magalhães, que “aparecera em São Paulo quando o Dr. Sampaio Ferraz exercia o cargo de chefe de Polícia na Capital Federal”. De acordo com o autor, dizia-se que esse Jeronymo “era um dos capoeiras foragidos à perseguição daquele enérgico funcionário”. (AGUDO, 1912, p. 78)

A aparente proteção aos capoeiras em território paulista, no entanto, não significava liberdade absoluta de ação. São Paulo caminhava para a modernidade e não poderia aceitar “comportamentos bárbaros”. Na prática, iniciava-se em São Paulo um processo de exclusão social dos ex-cativos.

Petrônio José Domingues aponta em seu estudo sobre o negro e o trabalho no pós-abolição em São Paulo como o “racismo à paulista foi engenhoso quanto à exclusão do negro do mercado de trabalho”, por vezes apontando a “vagabundagem”, por outras identificando o “despreparo profissional da população negra, como causas do seu estado de penúria e marginalização”. (DOMINGUES, 2000, p. 78) Dentre outros exemplos, ele cita um artigo publicado na revista O Kosmos, em 19 de outubro de 1924, sobre Bernardo Vianna, um negro do Rio de Janeiro que ficou chocado ao ver o que acontecia com os negros em São Paulo, afirmando que não se conseguia emprego “devido a uma ‘guerra muda e odiosa’ que os negros sofrem em São Paulo e cidades do interior do estado”. (DOMINGUES, 2000, p. 81)

Entender o contexto de dificuldades pelas quais passava o trabalhador negro na inserção junto ao mercado formal de trabalho em São Paulo, nos inícios do século XX, é fundamental para se compreender a transformação pela qual a capoeira, assim como outras manifestações de origem escrava, passou no período do pós-abolição. Sem encontrar emprego formal, “homens de cor” utilizavam todas as ferramentas das quais dispunham, incluindo habilidades marciais, para sobreviver em redutos negros como o Morro do Piolho, na cidade de São Paulo.

Rua Espírita e morro do Piolho, no Cambuci, no ano de 1904.

Uma referência sobre a presença de capoeiras e valentões nesse local é uma foto reproduzida no livro Retratos da velha São Paulo (SESSO JÚNIOR, 1983), que traz a seguinte legenda: “aspecto da antiga Rua Espírita com esquina do Lavapés. Ao fundo, o famoso ‘Morro do Piolho’, local em que se reuniam no passado os ‘capoeiras’, os malandros e valentões do bairro do Cambuci. Foto de 1904”. O que chama a atenção na foto, reproduzida abaixo, é a presença de um homem, aparentemente de cor negra e trajado como um capadócio, de terno preto e chapéu caído para o lado, encostado em um poste e cercado por meninos.

Vale comentar ainda que existe a possibilidade desses “capoeiras, malandros e valentões” terem servido de inspiração para um dos personagens mais famosos interpretados por Adoniran Barbosa no rádio e que integrava o programa Histórias das Malocas (1956): Charutinho, “o malandro malsucedido e desocupado do Morro do Piolho”. O sucesso de Charutinho levou Adoniran a compor, em 1959, a canção No morro do piolho, baseada no programa e em seus personagens. (SESSO JÚNIOR, 1983, p. 190)

Conclusão

É inegável a influência dos capoeiristas baianos, como os mestres Ananias, Evaristo, Zé de Freitas, Suassuna, Brasília, Joel e outros, na construção da capoeira paulista moderna, na segunda metade do século XX. Foram eles que plantaram a semente de estilos de capoeira muito mais ritualizados, a Angola e a Regional, ambos jogados ao som de um instrumento que já havia se perdido nas tradições de São Paulo, o berimbau. Trouxeram novos golpes, métodos de ensino próprios, mandingas, malícias e cantigas típicas da Bahia.

Pedro Cunha pratica capoeira desde 1995.

Entretanto, não foi um trabalho de via única.

Nossa pesquisa indica que tal semente brotou e cresceu com força em São Paulo porque aí encontrou um solo fértil, alimentado por mais de um século de valentia, destreza corporal, cantos de desafio e sons que traziam a mesma origem da capoeira baiana: a escravidão. Mais do que isso, havia em São Paulo uma tradição construída por personagens oriundos das mais diversas regiões do Brasil e até estrangeiros. Ao longo da pesquisa, cruzamos com capoeiras provindos da África, da Bahia, de Sergipe, do Maranhão, do Rio de Janeiro e de muitas outras regiões.

No caso dos cariocas, especificamente, sabemos que estavam presentes por São Paulo desde, pelo menos, 1831, quando um grupo de 50 ou 60 cativos da capital paulista, identificados como capoeiras, armados de paus e facas, e cujos líderes usavam barretes vermelhos, cercaram uma chácara no Brás para “mostrar aos negros cariocas a pimponeza dos negros paulistas”, sendo que todos eram africanos. (AESP, Ofícios Diversos da Capital, Doc. 98A, 1831)

Também temos informações de que outros capoeiras continuaram a desembarcar no território paulista na primeira metade do século XX, inclusive José Francisco dos Santos, o famoso Madame Satã, que passou duas temporadas em São Paulo, em 1930 e 1946. (DURST, 2005, pp. 27 e 45).

Esperamos que este texto contribua no sentido de fomentar novas pesquisas sobre a diáspora de capoeiras cariocas para São Paulo e outras regiões após a Proclamação da República e a subsequente criminalização de sua prática, entendendo que seus fluxos e refluxos podem ter resultado em um “processo de circulação horizontal e empréstimos recíprocos” de gestos, versos, rituais e tradições, assim como apontado por Matthias Assunção com relação às trocas entre diferentes manifestações da cultura escrava no Brasil (ASSUNÇÃO, 2005, p. 69).

Pedro Cunha é autor do livro Capoeiras e valentões na História de São Paulo (Alameda, 2015). Formado em Comunicação Social (UNISANTOS), com mestrado em História Social (USP). Atualmente, trabalha como coordenador de Conteúdo e Inovação na Fundação Iochpe.

Referências bibliográficas:

AGUDO, José. Gente rica: scenas da vida paulistana. São Paulo: Ed. O Pensamento, 1912.

ARAÚJO, Alceu Maynard. Folclore nacional (volume II): danças, recreação, música. São Paulo: Melhoramentos, 1964.

ASSUNÇÃO, Matthias Röhrig. Capoeira: the History of an Afro-brazilian Martial Art. Londres: Routledge, 2005.

BRETAS, Marcos Luiz. A queda do império da navalha e da rasteira (a República e os capoeiras). Cadernos de Estudos Afro-Asiáticos Nº 20, Cândido Mendes, 1991.

CUNHA, Pedro Figueiredo Alves da. Capoeiras e valentões na história de São Paulo (1830-1930). 2011. Dissertação (Mestrado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-11092012-105013/publico/2011_PedroFigueireidoAlvesdaCunha_VCorr.pdf. Acesso em: 20 fev. 2021.

DOMINGUES, Petrônio José. Uma história não contada: negro, racismo e trabalho no pós-abolição em São Paulo (1889-1930). São Paulo, 2000. Dissertação (Mestrado em História Social) – USP.

DURST, Rogério. Madame Satã: com o diabo no corpo. São Paulo: Brasiliense, 2005.

LANNA, Ana Lúcia Duarte. Uma cidade na transição. Santos, 1870-1913. Santos: Editora Hucitec/Prefeitura, 1996.

LEAL, Luiz Augusto Pinheiro. A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906). Salvador: Edufba, 2008.

MELO, Luís Correia de. Dicionário de autores paulistas. São Paulo: Comissão do IV Centenário da Cidade de São Paulo, 1954.

PIRES, Antônio Liberac Cardoso Simões. A capoeira no jogo das cores: criminalidade, cultura e racismo na cidade do Rio de Janeiro (1890-1937). Campinas, 1996. Dissertação (Mestrado em História) – Unicamp.

SESSO JÚNIOR, Geraldo. Retratos da velha São Paulo. São Paulo: Gráfica Municipal de São Paulo, 1983.

SOARES, Carlos Eugênio Líbano. A negregada instituição: os capoeiras no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Access Editora, 1999.

Fontes:

A TRIBUNA de Santos. 110 annos de vida – um escrínio de recordações. Edição commemorativa do 1º Centenário da Cidade de Santos (1839-1939), 26/01/1939.

ARQUIVO do Estado de São Paulo (AESP). Polícia (1890). Caixa 286, Ordem 2721, ofícios de 01/02/1890 (Itu), 02/02/1890 (Ribeirão Preto), 20/02/1890 (Santos), 25/02/1890 (Santa Rita do Passa Quatro) e 10/05/1890 (Sorocaba).

ARQUIVO do Estado de São Paulo (AESP). Polícia (1890). Caixa 290, Ordem 2725, ofício de 25/08/1890 (São João do Rio Claro).

ARQUIVO do Estado de São Paulo (AESP). Ofícios Diversos da Capital (1831), Caixa 72, Ordem 867, Pasta 1, Doc. 98a.

ACERVO Histórico da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (AC-ALESP). Câmaras municipais, Caixa 274, cadastro CP50-017.

AH-ALESP. Câmaras municipais. Caixa 282, cadastro CP58-018.

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